The Standard – High Line

Vista do meu apartamento
Vista do meu apartamento no The Standard – High Line

Hotel na região do Meatpacking District em N.York é uma das opções mais divertidas da cidade

Chegar em Nova Iorque numa manhã de sábado ensolarada, aquela que foi uma pequena pausa num inverno que castigou bastante a cidade, realmente não tem preço. Melhor ainda é sair do aeroporto direto para um hotel divertido, bonito e localizado na região mais efervescente de Manhattan.

O Standard – High Line é uma das melhores experiências hoteleiras da cidade. Localizado numa região que foi completamente reformulada na última década, o Meatpacking District, o hotel da franquia The Standard, do empresário André Balazs, fica adjacente ao parque High Line, construído sobre uma plataforma de trilhos de trem desativada. Projetado por Todd Schliemann, a decoração é de responsabilidade do cenógrafo de cinema Shawn Hausmann e da empresa novaiorquina Roman and Williams.

Inaugurado em 2009, o Standard segue um estilo jovem que está fazendo escola na hotelaria americana. São hotéis cheios de charme, com apelo para um público entre 25 e 50 anos. A decoração é jovem e bem humorada e o hotel conta ainda com várias opções de entretenimento, sempre criativas. O Standard High Line, além de ficar praticamente dentro do parque mais divertido de N.York, monta no inverno um rinque de patinação no gelo, na Washington Street. No verão a ação vai para o topo do prédio, no jardim suspenso do edifício, o Le Bain, ao lado de uma piscina coberta e aquecida.

Ainda no topo do The Standard – High Line está o clube Top of the Standard (também conhecido como Boom Boom Room), com vista de 360º de toda Manhattan, um dos mais bombados de Nova Iorque e que acabou de sediar várias festas da mais recente semana de moda.

No quesito quarto, são 337 acomodações, algumas suítes, com vistas espetaculares, com envidraçamento total do teto ao chão. É possível escolher vistas para a região “downtown”, com o One World Trade Center, o rio Hudson e Nova Jersey ou a parte norte de Manhattan, com o Empire State e o Chrysler Building. Os quartos não são grandes, mas a vista, espetacular de qualquer ângulo, vale à pena, já que é um quesito bem raro na selva de edifícios de Manhattan. A TV tem um menu  “on demand” de filmes que ainda estão nos cinemas, além de uma seleção de canais a cabo que fogem do lugar comum: quando se liga a TV o canal “default” é de arte e exibe documentários e videoarte que, aliás, está também presente na instalação Civilization de Marco Brambilla, apresentada ininterruptamente dentro dos elevadores.

No térreo os restaurantes The Standard Grill e The Standard Plaza servem um cardápio de nova cozinha americana com muitos frutos do mar e dois dos pratos mais populares hoje nos restaurantes moderninhos americanos: salada de “kale”, a nossa popular couve, e o “lobster roll” que vem a ser um sanduíche delicioso com carne de lagosta do Maine, uma lagosta enorme e carnuda.

A lojinha do Standard é uma parada obrigatória, com acessórios super transados e objetos de arte, múltiplos como o toy art de Kenny Scharf. Imperdível! Em volta do hotel a região do Meatpacking District é a mais interessante da cidade em termos de compras. Ao lado das grandes cadeias de lojas, como a Apple Store ou a Sephora, a poucas quadras do hotel estão as lojas DVF – Diane Von Furstenberg, Christian Louboutin e Opening Ceremony. Não tem como errar, o Standard – High Line tem tudo para ser um dos endereços preferidos dos brasileiros.

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