Calúnia 2

Bitsmag

Provas das calúnias de Suely e do filho Marcello

Suely e filho berrando na varanda, causando enorme constrangimento, por motivo vil, uma pequena mangueira de escoamentto de ar condicionado que havia saído do lugar. Como se pode ver no vídeo abaixo, Marcello Vezzolli, ao lado de Suely, dizem que “me processaram” para que eu conserte o banheiro. Marcello diz também que eu o “agredi” por causa de banheiro. Até esse dia de berros na varanda eu jamais havia discutido absolutamente nada com eles, a comunicação era cordial, apesar de Suely ligar sem nem dizer bom dia e gritando por causa de pingos na varanda e parapeitos do prédio que ela nem sabe se vinha do meu apartamento. E como prova de que eu sempre acatei as reclamações deles, aqui estão anotações minhas sobre vazamento onde eu falo que enviei dois bombeiros diferentes, em datas diferentes, para consertar seja lá qual for o estrago que havia. Nunca houve prova de que os vazamentos vinham do meu apartamento, mas mesmo assim enviei os bombeiros Antonio em 2009 e Sandro, em 2013 – seguem anotações minhas no livro do condomínio.

Portanto é totalmente calúnia que eles tenham me processado e difamação por berrarem isso na varanda para todos os vizinhos ouvirem. Não há número de processo, eu não pude me defender e não houve perícia para arbitrar o litígio. Ela pediu e eu mandei o bombeiro em duas ocasiões distintas, 2009 e 2013. Não há nenhuma anotação no livro do condomínio por parte dela em relação a infiltrações.

Vídeo de berros na varanda onde Marcello e Suely dizem que me processaram para consertar banheiro, Sueli dizendo que se Marcello me xingou pelo interfone é porque “eu mereci, e que eu “agredi” por causa de banheiro:

Anotação no livro do edifício onde eu falo do vazamento da minha casa para apartamento 502 e falo do bombeiro Antonio que esteve lá por meu intermédio para consertar. Data: 17 de março de 2009

Anotação de 19 de julho de 2013 onde eu cito novamente que mandei bombeiro para consertar pingos de teto de suíte de Suely e que o bombeiro disse que não vinha do meu apartamento. Mais abaixo conversa por WhatsApp com bombeiro Sandro que fez conserto na casa de Suely, pago por mim, que não tinha nada a ver com meu apartamento, mas paguei para ela parar de me aborrecer.

Conversa por Whatsapp com bombeiro Sandro que pode ser testemunha de calúnia dessa mulher. O bombeiro/eletricista Antonio eu também posso chamar como testemunha de que ele fez serviço na casa dela, pago por mim.


Reforma realizada no meu banheiro suíte. Fotos de como estava o banheiro com as infiltrações que vinham do apartamento 702, que nunca foram consertadas. A moradora do 702 faleceu em 2020 sem nunca, jamais ter consertado nada. Eu troquei tudo no banheiro: piso, canos, revestimento e colocamos selador antes de colocar os novos revestimentos. Ou seja, teve as duas vezes que enviei bombeiro (e paguei) para fazer serviço na casa de Sueli, em 2009 e em 2013 e teve a reforma completa do meu banheiro que visou também impedir qualquer outro vazamento. Mesmo assim, em 2019, essa mulher estava berrando na varanda dizendo calúnias que me processou para consertar banheiro.


Em maio/junho de 2021 Suely começou a ligar para a PM porque eu desligava o interfone sem discutir com ela. Ela ligava várias vezes por dia reclamando de coisas que não estavam acontecendo e eu simplesmente desligava o interfone. Ela ligou para a PM com acusações falsas e, ainda por cima, mentiu na delegacia sobre horário da visita da PM, o que pode facilmente ser comprovado pelo BO da PM

Suely foi na delegacia e relatou que chamou a PM pois havia barulho de bateria vindo da minha casa das 17h às 21h. No boletim BO da PM de 23/05/2021 estão os horários todos: horário do fato: 16h; horário da comunicação: 16h45min; horário no local”16h47min e horário final da ocorrência – 18h30min. 

No BO não diz nada sobre barulhos na minha casa e ele diz que haviam barulhos “aparentemente” propositais, visivelmente influenciado pelas calúnias dela que usa marido doente para “inventar” crimes. Suely ficou mostrando o marido na cama, dizendo que eu teria deixado o marido doente.


Anotação totalmente caluniosa de Suely no livro. Mentiras – dia que chamou a PM pela segunda vez e eu não atendi – dia 3 de junho de 2021. Dia que eu lavei as janelas da minha casa e ela tentou transformar isso num crime, dia 4 de junho, sexta feira. Outra mentira: que eu estava jogando água e bananas pela varanda. Mentira maior: que tem vídeos e áudio onde eu estaria jogando esgoto. Por conta dessas mentiras, que ela não só escreveu no livro como também ligou para vizinhos tentando fazer com que eles me processem junto com ela, recebemos em minha casa várias ligações anônimas sendo uma com ameaças e xingamentos. Essa já foi denunciada na 16a e resolvida no Jecrim com um pedido de desculpas do morador Cesar Handam. Não existe nenhum vídeo de Suely, ela não mostrou absolutamente nada nos processos. Mentiu para vizinhos para me difamar e tentar angariar testemunhas e/ou parceiros de processo contra mim.

No dia 4 de junho eu lavei as venezianas do meu apartamento junto com minha funcionária Claudia. Foi uma sexta feira de manhã e, antes de lavar, liguei para porteiro chefe Pinheiro avisando. Ele não ligou para os apartamentos abaixo do meu, apesar de ter dito na delegacia que ligou. Os vizinhos reclamaram no livro da água jogada no dia 4 de junho. Durante a tarde de sexta feira e por todo fim de semana Suely e provavelmente seu filho Marcello, jogaram água e esgoto para cima tentando atingir o meu apartamento. Mas, ao mesmo tempo, ela ligou para vizinhos e portaria dizendo que eu estava jogando água e esgoto. Foi quando recebemos telefonemas de ameaças dos vizinhos.

No dia 7, na segunda feira, eu vi as anotações no livro de reclamações, respondi que eu havia lavado as janelas e que havia avisado o porteiro Pinheiro. Liguei tb para cada um dos moradores que reclamaram, pedi desculpas, e eles me disseram que Pinheiro não ligou para avisar que eu ia lavar as venezianas, apesar dele dizer na delegacia que havia avisado os apartamentos. Ele mentiu na delegacia.

Porteiro George confere água sendo jogada de baixo para cima, do apartamento 502 para o 602

Vim a saber posteriormente, pelo livro de reclamações, que Suely me envolveu em reclamação de outros vizinhos, colocando meu nome sem provas. Dois vizinhos reclamaram de um barulho/estrondo de noite, ligaram para a portaria para irem descobrir o que era e aonde, mas não conseguiram saber que barulho era esse. Suely escreveu abaixo que o tal estrondo vinha do meu apartamento. Ela não prova nada, está escaneando livro de reclamações do edifício e do condomínio geral para tentar achar “inimigos” meus, gente que tenha feito reclamação sobre mim ou sobre meu filho, está abordando essas pessoas para arrolar como “testemunhas” de fatos que nada tem a ver com os problemas entre ela e eu. Como não achou nada foi atrás de qualquer pessoa que reclamasse de qualquer coisa tentando inserir meu nome. Está fazendo isso com vários vizinhos de quem eu reclamei ao longo dos últimos 27 anos, tentando achar “provas” de que eu sou agressiva, que meus cachorros mordem, que eu agrido pessoas a esmo.


Sueli vem perturbando há anos, desde quando começou a alegar que havia um vazamento do meu banheiro para o banheiro dela, no quarto “suite”, em 2009. 

Desde a primeira vez que entrou em contato comigo para consertar tal vazamento, sempre foi prontamente atendida por mim e sempre com total cordialidade. Por duas vezes enviei bombeiros para que façam consertos e ela sempre se mostrou satisfeita com a minha atitude. A primeira vez que mandei bombeiro está relatada em anotação que fiz em 2009 no livro do condomínio. Tal reclamação foi feita por mim para ressaltar que na verdade era eu que tinha um vazamento o qual vinha do apartamento de cima que tinha péssima conservação e relatei que o mesmo vazamento estava refletindo no apartamento abaixo do meu que é o de Suely.

Ela própria jamais havia feito uma reclamação no livro do condomínio sobre nada em relação ao meu apartamento. Isso porque sempre que ela ligou para mim eu acatava as reclamações e agia no sentido de resolver o problema dela prontamente, mesmo que o meu banheiro estivesse totalmente destruído por causa do vazamento que vinha do apartamento de cima e também da fachada.

Eu enviei um bombeiro que fez vários consertos em 2009, o senhor Antonio, um ex-funcionário do edifício. Ela disse estar satisfeita e disse que havia parado o vazamento. Reclamou dois anos depois de um “pingo” no mesmo cômodo e foi prontamente atendida, enviei outro bombeiro, de nome Sandro, que já estava fazendo uma obra no meu apartamento.

Até hoje eu nunca vi uma foto de estrago, absolutamente nada em relação ao alegado vazamento que ela dizia vir do meu apartamento.

Antes de eu enviar Sandro ela havia intensificado as reclamações por telefone e mandava o filho me abordar pelos corredores para reclamar. Um dia ficaram aguardando eu sair, chamaram o elevador do quinto andar, eu moro no sexto. Quando o elevador abriu no andar deles, ao invés de entrarem no elevador, se puseram a me pressionar sobre vazamento, com o elevador de porta aberta, e o filho começou a me ameaçar dizendo que ia me processar. Me fizeram assinar um documento que nem sei o que é, pois não tenho cópia, entendi que fosse “uma confissão de vazamento” ou seja, algo onde eu estaria me mostrando ciente de vazamento e que eu me obrigava a consertar.

Eu realmente não deveria ter assinado nada, tanto que nem tenho cópia de tal documento, mas assinei e, como da outra vez, enviei o bombeiro Sandro. Ele não identificou vazamento do meu apartamento para o apartamento dela, mas mesmo assim fez um serviço no banheiro dela, pago por mim. 

Depois disso não sei se viu que eu seria uma “presa fácil”,  começou a fazer reclamações constantes, toda vez que me encontrava na portaria, na garagem ou nos elevadores. As “reclamações” eram da minha sandália havaiana batendo no chão quando eu ando dentro de casa e as patas do meu cachorro quando ele anda.

Também achou, não sei se pelo tal “papel” que me fizeram assinar que nem sei o que é, que podia ligar constantemente para minha casa e/ou enviar funcionários do edifício para fazer “consertos” sem a minha anuência. Ela ligava reclamando de “pingos” na fachada do edifício. Passou a ligar sem cordialidade, sem nem dizer “bom dia” e já gritando.

Mesmo assim continuei sendo cordial com ela e sempre que os funcionários apareciam sem se anunciar, a mando dela, para fazer algum “conserto” que eu nem sabia o que era, eu deixava entrar e eles faziam sei lá qual “conserto” que ela queria fazer na minha casa. Repetindo: ela ligava na portaria e mandava os funcionários aparecerem na minha casa na hora que ela queria por motivos que eu nem sabia quais seriam.

Em fevereiro de 2019 aconteceu um vendaval na cidade, uma ventania e chuvas fortíssimas e tudo que eu tinha na minha varanda foi arruinado: vasos de planta de cerâmica quebraram, um espelho de parede caiu e quebrou e eu nem conseguia entrar na varanda para limpar, precisei chamar uma pessoa que veio com galochas para poder varrer, pois havia cacos de vidro misturados com cacos de vasos e terra das plantas. A ventania levou até uma cama de cachorro que havia sido lavada e estava secando na varanda, além de uma mangueira de escoamento do ar condicionado.

Nessa semana um dos porteiros me chamou pois haviam achado a cama de cachorro que tinha voado. Quem achou foi o filho de Sueli, parece que a cama foi parar na casa dela. O homem, filho de Sueli me tratou com raiva porque a cama foi parar na casa deles, como se eu tivesse feito isso de propósito.

Um funcionário do prédio ficou ligando para a minha casa dizendo que havia um “conserto” para fazer pois Suely estava reclamando de pingos.

Eu realmente dessa vez decidi que eu ia apurar se havia algum problema vindo da minha casa e, quando eu pudesse e quando eu tivesse tempo, eu iria chamar alguém para consertar.

Ainda nessa semana, num outro dia, eu estava chegando de carro na garagem e esse filho de Sueli estava me aguardando e me abordou, dizendo que a mangueira de ar condicionado havia saído do lugar. Disse a ele que eu estava ciente e, quando eu tivesse tempo, eu iria tomar providências. Dois minutos depois, quando entrei em casa, ele estava interfonando dizendo que ia mandar um funcionário na minha casa naquele momento. Eu disse que não podia naquele momento. Ele me xingou no interfone, foi para a varanda e começou aos gritos com a mãe a discutir e eu gravei no meu celular.

Ele e ela disseram que haviam me processado, que eu só fazia “as coisas” na base de processo. Me chamaram de “maluca”.

A partir desse dia eu não cumprimentei mais essas pessoas. Fiz duas reclamações no livro do condomínio sobre o ocorrido e passei a fugir dessas pessoas quando por ventura encontrava nos corredores do edifício. Não obstante Suely continuava ligando para meu apartamento com “reclamações” descabidas e eu passei a desligar o interfone sem responder. Cortei completamente qualquer tipo de comunicação com essas pessoas pois as comunicações eram sempre descabidas.

Quanto a perturbação da paz, Suely até hoje acorda o prédio todo com missa às seis da manhã que ela ouve aos brados, não sei se televisão ou rádio. Anotei no livro de reclamações também e ela nada fez.

Em 2021 se pôs a ligar frequentemente eu desligava todas as vezes. Foi quando num domingo de tarde, dia 23 de maio, apareceram na minha porta, sem nem interfonar, dois oficiais da Polícia Militar fortemente armados cada um com um AR15 e uma pistola. Era por volta de 4 e meia ou 5 horas da tarde que eles apareceram. Perguntei se tinham mandado de segurança para entrar na minha casa e disseram que apenas queriam conversar. Eu deixei entrar, eles viram que não havia absolutamente barulho nenhum. Eu estava de camisola, no computador e meu filho computador dele, não havia barulho nenhum. Deixei os policiais entrarem para que vissem que não havia barulho nenhum. Ficaram na minha casa menos de dez minutos, no entanto foram para a casa de Suely e ficaram mais de uma hora e meia onde ficaram ouvindo calúnias como “barulho de festa”, eu dando pulos dentro de casa e outras mentiras. Ficaram mais de uma hora na casa dela, não entendo porque, já que o tal “barulho” viria da minha casa. Eles vieram de surpresa na minha casa, se tivesse barulho ou festa ou qualquer coisa que justificasse um chamado de “perturbação” da paz eles teriam comprovado. Isso está no BO da PM, eles estiveram aqui, não falaram nada de barulho ou falta de barulho na minha casa e ficaram na casa dela “catando” meus passos dentro de casa, não sei o que fizeram durante uma hora inteira.

Conversei com minhas advogadas Heloise e Fernanda e elas notificaram os síndicos do edifício e o geral, falando do ocorrido e pedindo imagens da entrada dos policiais pois eles vieram à minha casa sem nem interfonar, tanto que eu estava de camisola dentro de casa e assim recebi os homens depois de um “trote” e calúnias de Suely para a corporação. 

Desde então Suely vem importunando vizinhos me difamando, tentando arrumar algum “parceiro” para me processar. Conversei com vários vizinhos, inclusive a vizinha de porta dela, Shirley que me disse que havia recebido reclamações de Suely contra mim e que ela falou horrores da minha pessoa, dizendo que na minha casa fazemos “barulhos horríveis” propositais. Shirley disse que nunca ouviu absolutamente nada partindo do meu apartamento.

Bitsmag