Novos artistas no HPP 2008

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HPP 2008: Conheça as novas bandas que se apresentam no festival carioca

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(Via Catharina Rocha/Assessoria de Imprensa HPP 2008)

SALA BADEN POWELL (sexta, sábado e domingo)

18/01 (SEXTA) – SUPERGUIDIS / ÉRIKA MARTINS & TELECATS
 
SUPERGUIDIS
A banda gaúcha Superguidis é uma das revelações do rock independente brasileiro atual. O quarteto formado por Andrio Maquenzi (voz e guitarra), Lucas Pocamacha (guitarra e voz), Diogo Macueidi (baixo) e Marco Pecker (bateria). O nome da banda veio de uma antiga marca de tênis, o que remete algo jovem, simples e direto. O segundo disco, “Superguidis” saiu no final de junho de 2007.
 
ÉRIKA MARTINS E OS TELECATS
Depois de ter gravado três discos à frente do extinto Penélope e de ter participado dos projetos "Superfantástico", "Rockin´n Days", "Baú da Raul" e "Ploc 80’s", Érika Martins consagrou-se na carreira solo, acompanhada pela banda Os Telecats. O disco de estréia está pronto e vai ser lançado pelo selo Toca Discos. A produção ficou por conta de Carlos Eduardo Miranda e de sua ex-companheira de Penélope, Constança Scofield. Em paralelo, é de Érika Martins a voz feminina do projeto Lafayette e os Tremendões, que participou das filmagens do longa-metragem da série "A Grande Família".

19/01 (SÁBADO) – SONGORO COSONGO / Z’AFRICA BRASIL
 
SONGORO COSONGO
A banda é formada por músicos do Brasil, Argentina, Venezuela, Colômbia e Chile, todos residentes no Rio de Janeiro. O repertório de Songoro Consogo é baseado na mistura de diversos ritmos: salsa, cumbia, merengue, frevo, chorinho, candombe, afro-beat, reggae, jazz e outros. O resultado é um som novo, criado por oito pessoas que moram na mesma cidade e se juntaram para fazer música. Songoro Cosongo também é um Bloco Carnavalesco. Desde 2006, sai pelas ruas de Santa Teresa arrastando milhares de pessoas, emprestando um sotaque latino ao Carnaval da cidade.

Z’ÁFRICA BRASIL
Um dos mais representativos nomes do rap nacional, “Z’Africa Brasil” lança “Tem Cor Age”. Da Zona Sul de São Paulo, a banda é formada pelos microfones de Funk Buia, Gaspar e Pitchô e DJ Tano. O ZB se manifesta em forma de cultura nordestina e samba. A primeira é uma influência que aparece ao longo do disco e pode ser sintetizada na faixa final, “Rei do Cangaço”, que conta a saga de Lampião. A segunda é representada por “O Bom Malandro”. Homenagem ao saudoso Sabotage, a faixa é cantada por um Funk Buia e tem um sample da voz do próprio, extraído de “Dama Tereza”.

20/01 (DOMINGO) – MACACO BONG / JAY VAQUER
 
MACACO BONG
O Macaco Bong nasceu em Cuiabá (MT) em 2004 como um quarteto de rock instrumental. No ano seguinte, a banda se tornou um power trio, permanecendo com a proposta instrumental. Baseado na desconstrução de arranjos da música popular nos formatos convencionais e aliada à linguagem das harmonias tradicionais da música brasileira com jazz/fusion/pop etc., o Macaco Bong busca fugir de dos rótulos, tanto na estética quanto no conteúdo.
 
JAY VAQUER

Jay Vaquer é um dos nomes mais comentados da novíssima Música Popular Brasileira. Não é para menos. Filho da cantora Jane Duboc e do guitarrista Jay Anthony Vaquer (Raul Seixas), só poderia dar em talento. Ainda adolescente, formou sua primeira banda. Começou a se profissionalizar cantando jingles de comerciais até que fez parte do elenco do bem-sucedido musical “Cazas de Cazuza”, em 1999. Jay acaba de lançar seu quarto CD, “Formidável Mundo Cão”, e a música “Longe Aqui” já é uma das mais executadas nas rádios do Rio de Janeiro.

25/01 (SEXTA) – OSWALDO G. PEREIRA / FINO COLETIVO
 
OSWALDO G. PEREIRA
O cantor e compositor Oswaldo G. Pereira lançou seu primeiro CD, “Olha Zé”, em 1998, recebido com entusiasmo pela crítica. Produzido por Pedro Luís, da Parede, o álbum apresenta um artista inquieto e com firmeza melódica. Em 2005, Oswaldo lançou seu segundo disco, “As Árvores”, pelo selo Dubas, de Ronaldo Bastos. Com produção de Luis Filipe Lima, o álbum aborda temas como a ética (“Sorriso, Dinheiro”), a psicanálise (“Torpes sensações”), o funcionalismo público (“Hino da CAFERJ”), a introspecção (“Ás árvores”, “Idéias” e “Meu lugar”), a esperança (‘Rua dos in-ventos” e “Toda cidade vai cantar de novo”) e a ausência desta (“O artista que mudou de profissão”). O terceiro CD, “Serenata”, lançado este ano, conclui a trilogia, com canções autorais e inéditas.
 
FINO COLETIVO
O Fino Coletivo surgiu de um encontro inusitado entre alagoanos e cariocas em uma roda de compositores, onde o papo fluía e as canções surgiam. A idéia de formar uma banda veio da afinidade pessoal e musical dessa turma. Assim, em meados de 2005, surgiu no Rio de Janeiro o Fino Coletivo, que lançou o primeiro disco, “Engrossa o caldo” (Dubas/Universal), em abril último, com bastante suingue e charme. Recentemente a banda foi convidada para dar uma canja em um dos shows de gravação do DVD de Marcos Valle e para participar da gravação do programa “Som Brasil”, da TV Globo, com a cantora Simone, numa homenagem a Gonzaguinha.

26/01 (SÁBADO) – MOYSEIS MARQUES / DIOGO NOGUEIRA

MOYSEIS MARQUES
Até os 17 anos, Moyseis nunca tinha ouvido samba direito. Criado na Vila da Penha, cresceu sem conhecer Tom Jobim, Paulinho da Viola ou Chico Buarque, e sem nunca ter ouvido falar em Ary Barroso, Wilson Batista ou Ataulpho Alves. Hoje, aos 28 anos, ele canta, compõe e toca violão. Para chegar ao samba, percorreu os pagodes, as mesas de sinuca, as rodas de samba e a noite da Lapa no Rio. Em seu disco de estréia, Moyseis traça um panorama do samba de todas as épocas, com canções de Paulo César Pinheiro (“Nomes da favela”), Dona Ivone Lara (“Minha verdade”), Gordurinha (“Meu enxoval” e “O vendedor de caranguejo”) e Geraldo Jacques (“Falsa patroa”). As cinco faixas que Moyseis assina em seu disco como compositor soam bem ao lado dos sambas dos grandes mestres.
 
DIOGO NOGUEIRA
Diogo Nogueira é cantor e compositor que vem de uma nobre linhagem do samba. Ele é filho de João Nogueira. Antes mesmo de completar um mês de vida, Diogo já acompanhava os pais nos pagodes e desde cedo se acostumou a ser embalado ao som de sambas e choros. Depois de algumas participações em shows do pai, Diogo foi convidado a participar de rodas de samba, hábito que lhe rendeu respeito e aprovação dos bambas da música. Apesar do amor à música, o artista sonhava mesmo em ser jogador do futebol e só se afastou do esporte por causa de uma lesão. Três anos longe do gramado, Diogo acaba de lançar seus primeiros CD e DVD, gravados ao vivo no Teatro João Caetano. No repertório, clássicos de João Nogueira e Baden Powell, como “Espelho” e “Violão Vadio”, respectivamente, além de inéditas, como “Fé em Deus”.

OI FUTURO (quintas)

17/01 – Columbia
 
COLUMBIA
O nome do quarteto veio da música homônima da banda britânica Oásis, que junto com Radiohead, Coldplay, Beatles, Los Hermandos e Roberto Carlos formam as influências da Columbia. Após três anos de shows pelo circuito independente e de outras participações em festivais como o “Claro que é Rock” e o “MADA”, a Columbia lança seu primeiro álbum “O que você não quis dizer” (Allegro Discos/Tratore) durante o Humaitá Pra Peixe.

24/01 – Vulgo Qinho & Os Cara
 
VULGO QINHO & OS CARA
A banda, formada por Qinho (voz e violão), Caio Barreto (guitarra), Omar Salomão (poesia), Miguel Couto (bateria) e Leonardo DjahJah (baixo) lança o disco homônimo de estréia pelo selo Bolacha Discos. Vulgo Qinho & Os Cara tem um pé fincado entre os baluartes do tropicalismo e outro bem assentado na atualidade. As levadas de samba-rock no violão de nylon e as linhas de baixo e bateria que remetem à música negra americana aliam-se a um novo universo de timbres produzidos pelo guitarrista Caio Barreto. O poeta Omar Salomão atua como um quinto instrumento ao realizar intervenções faladas durante as canções. O diálogo entre diferentes formas de arte levou a banda a se apresentar em diversos eventos culturais e também em espaços menos convencionais.

31/01 – Quito Ribeiro

QUITO RIBEIRO
Radicado no Rio há mais de dez anos, o baiano Quito Ribeiro mistura os ritmos originários das ruas de Salvador com um universo de sons e melodias presentes no Rio de Janeiro. O primeiro CD de Quito Ribeiro, "Uma Coisa Só", conta com a percussão do baiano Marcio Victor (líder do grupo Psirico), os sons múltiplos dos cariocas membros do projeto "+2" (Domenico, Kassin e Moreno), a bateria do franco-africano-carioca Stephane San Juan, o canto dos angolanos Dodô e Euclides, o violão bossa nova do baiano Cézar Mendes, as guitarras percussivas do carioca Davi Moraes, além do piano de Daniel Jobim e do músico de Bangladesh, Kishon Khan. Tudo isso orquestrado pela produção de Pedro Sá e Chico Neves.

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