Swingtown mostra a revolução sexual nos subúrbios americanos nos anos 70

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Swingtown é um desses seriados que vem para deixar de boca aberta. Fala de swing entre casais de família num subúrbio norte-americano em meados dos anos 70.

O que surpreende é que o programa não é veiculado pelos canais a cabo HBO ou Showtime, responsáveis por produções como Sex and The City ou Weeds. Swingtown é produção do canal de TV tido como um dos mais conservadores nos Estados Unidos.

No seriado Susan (a ótima atriz canadense Molly Parker) e Bruce Miller (o britânico Jack Davenport, do seriado inglês Couples, que inspirou Friends), mudam-se com sua família para um subúrbio rico nos arredores de Chicago. Lá conhecem moradores como Tom e Trina Decker, um casal bastante sociável, termo que vai ser bastante expandido durante o seriado. Após um jantar entre vizinhos, Susan e Bruce descobrem que os casais da cidade compartilham muito mais do que xícaras de açúcar e receitas de bolo…

Num cenário de mudança social, definido pela música, a moda e os costumes, todos em Swingtown são confrontados com escolhas, experimentação e atitudes arrojadas. Para resumir: vai ter muito ménage à trois, adolescentes fumando maconha, relações perigosas e uso de drogas no canal que só perde para a Fox em conservadorismo.

Os produtores da série são Mike Kelley, roteirista de episódios de O.C. e Jericho, e Allan Poul, que dirigiu vários episódios de A Sete Palmos. Kelley, que também escreve Swingtown, diz que a série é ficcional, mas muito dela foi baseado em sua infância.

Confira o trailer de Swingtown, produção do canal CBS americano de 2008 que teve apenas uma temporada:

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