Pixo é documentário que mostra a subcultura dos pixadores paulistanos


Pixo é documentário que mostra a subcultura dos pixadores paulistanos

Pixadores vivem perigosamente rabiscando pela cidade um dialeto próprio com escrita peculiar


A recente polêmica do prefeito paulistano, o profissional de marketing João Dória, foi em torno da solução que ele pretende tomar contra a pixação na cidade. O prefeito, com muito pouco conhecimento sobre arte urbana, disse à imprensa que tinha um  plano de transformar todo e qualquer graffiti, mural ou pixação realizados na cidade em arte. Para tal ele teria então um coordenador desse projeto, o muralista brasileiro Kobra.

O problema é que Kobra não corroborou com a fala do prefeito e disse que nem estaria no Brasil durante o ano de 2017 para poder assumir esse compromisso. Disse também que não compactua com atitudes depressoras para combater a pixação.

Ficou então o dito pelo não dito e mais uma vez o prefeito paulistano falou, falou e não disse absolutamente nada, apenas chamou para si, mais uma vez, as câmeras de TV utilizando de conceitos “trendy” como arte, graffiti e arte urbana. Outra jogada de marketing onde o tiro sai pela culatra.

A discussão toda me lembrou do maravilhoso documentário Pixo, de João Wainer e Roberto T. Oliveira. A dupla mergulhou no submundo da pixação paulistana, acompanhou diversos pixadores nas mais perigosas empreitadas e mostra que não só pixação é arte, como também é a porta para a compreensão da realidade da juventude nas áreas mais escabrosas de São Paulo.

Veja aqui o documentário na íntegra clicando na imagem abaixo:

Pixo é documentário que mostra a subcultura dos pixadores paulistanos

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