Roger Waters no Rio

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Chame de dinossauro: Roger Waters é fundamento da história do rock

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O show de Roger Waters este fim de semana no Brasil (sexta no Rio, na Apoteose e sábado em São Paulo) é absolutamente imperdível. Roger Waters é fundador da banda e maior mola criativa propulsora, desde a saída de Syd Barrett, que foi bem no começo da banda. Dark Side of the Moon, o álbum, completa 34 anos este sábado e vendeu mais de 35 milhões de cópias no mundo todo. O álbum está no livro Guiness de recordes por estar nas paradas de sucesso por mais tempo que qualquer outro álbum na história. Na lista da Billboard de 200 álbuns mais vendidos esteve durante 591 semanas consecutivas, ou seja, mais de 11 anos direto sem sair da lista de mais vendidos.

Roger Waters se separou do Pink Floyd nos anos 80 e o grupo se reuniu somente em 2005, em show no Live 8, produzido por Bob Geldof, que viveu o roqueiro Pink no filme The Wall, de Alan Parker, uma ópera rock da banda que é marco na história do rock. Pink foi baseado em Syd Barrett que morreu no ano passado tendo vivido recluso desde que saiu do Pink Floyd, após algumas tentativas frustradas de carreira solo no começo dos anos 70. O show que está no Brasil este fim de semana tem o baixista Roger Waters com banda da melhor qualidade que não deixa nada a dever ao Pink Floyd original. Se pode esperar visuais emocionantes, o que sempre foi marca registrada da banda e de Roger Waters. Todas as músicas do álbum serão tocadas na segunda parte do show. No início se pode esperar também músicas da carreira solo de Roger Waters, além de canções de The Wall, como Confortably Numb, recentemente sampleada no maior hit até hoje dos Scissor Sisters.

O Pink Floyd foi a banda que mais prosperou dentro da onda lisérgica da psicodelia dos anos 60. Ao invés de se reter nas divagações típicas desse movimento, o Pink Floyd combinou experimentação, reflexão, poesia, musicalidade e sentido à sua obra que hoje é eterna.

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